domingo, 30 de maio de 2010

The End

This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the end
Of everything that stands, the end
No safety or surprise, the end
I'll never look into your eyes...again
Can you picture what will be
So limitless and free
Desperately in need...of some...stranger's hand
In a...desperate land ?

Lost in a Roman...wilderness of pain
And all the children are insane
All the children are insane
Waiting for the summer rain, yeah
There's danger on the edge of town
Ride the King's highway, baby
Weird scenes inside the gold mine
Ride the highway west, baby
Ride the snake, ride the snake
To the lake, the ancient lake, baby
The snake is long, seven miles
Ride the snake...he's old, and his skin is cold
The west is the best
The west is the best
Get here, and we'll do the rest
The blue bus is callin' us
The blue bus is callin' us
Driver, where you taken' us ?

The killer awoke before dawn, he put his boots on
He took a face from the ancient gallery
And he walked on down the hall
He went into the room where his sister lived, and...then he
Paid a visit to his brother, and then he
He walked on down the hall, and
And he came to a door...and he looked inside
"Father ?", "yes son", "I want to kill you"
"Mother...I want to..."

C'mon baby, take a chance with us
And meet me at the back of the blue bus
Doin' a blue rock, On a blue bus
Doin' a blue rock, C'mon, yeah
Kill, kill, kill, kill, kill, kill

This is the end, Beautiful friend
This is the end, My only friend, the end
It hurts to set you free
But you'll never follow me
The end of laughter and soft lies
The end of nights we tried to die
This is the end

The Doors

Acabou esta bagaça. Pode ir embora.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

domingo, 23 de maio de 2010

Pop sofisticado



Antes da carreira solo, e depois do The Jam, Paul Weller formou o Style Council, dupla que flertava com a soul music e com a bossa nova. O clip que está neste post é um bom exemplo da new bossa, gênero inglês oitentista que ainda trazia nomes como: Sade, Matt Bianco, Everything But the Girl e Swing Out Sister.

"You're The Best Thing" - The Style Council

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sinal dos (meus) tempos

Do blog do Caetano Veloso:

"Não gosto de música. Parar para ouvir música é intimamente constrangedor. Quando eu tinha 18, 23, 37 anos, não era. Foi ficando. Adoro a observação de Millôr Fernandes: 'a música é a única arte que te pega pelas costas'. Acho o volume dos shows todos muito altos no Brasil. E as bandas na Bahia fazem permanente barulho. Tenho horror a som na praia. Isso devia ser proibido. Acho um crime que haja barracas de alvenaria na areia. Mas o pior é que eles tocam música. Tenho ódio de axé, pagode, rock, pop, samba e MPB na praia. Praia é para se ouvir o barulho das ondas. E mesmo longe das praias, às vezes me sinto feliz num restaurante: depois de algum tempo percebo que a razão é não haver música ambiente. Chico Buarque disse tudo: 'se é ruim, me irrita, se é boa me atrai e rouba minha atenção à conversa, à comida, a tudo...'. Estou tentando me reeducar para ouvir música. Meus tempos livres se preenchem automaticamente com as leituras. Ouvir música... Vou me reeducar para isso."

Eu também estou ficando com esse tic nervoso "impaciente musical". Chame de ranhetice, bundamolice, Buarquice, Caetanice, como quiser (ou não).

domingo, 16 de maio de 2010

Você também

Bono Vox (vocais), The Edge (guitarra), Larry Mullen (bateria) e Adam Clayton (baixo) começam a ensaiar em 76. Três anos depois, lançam um EP, "U2-3", pela gravadora CBS. Em 80, assinam com a Island e estréiam com o álbum "Boy". O compacto "I Will Follow" consegue boa execução nas rádios inglesas. No ano seguinte, fazem shows pelos Estado Unidos e lançam "Octuber". O LP "War", de 83, é o primeiro que entra na parada americana, puxado pelo hit "New Year's Day". Segue-se o álbum ao vivo "Under A Blood Red Sky". Em 84, o compacto "Pride (In The Name Of Love)" faz sucesso mundial. Nesse ano, lançam "The Unforgetable Fire". A popularidade do grupo cresce quando eles se apresentam no Live Aid, em julho de 85. Com o lançamento de "Joshua Tree", a banda muda a direção de sua música, procurando nas raízes americanas novas influências para o seu som. Esse LP chega ao topo da parada americana em março de 87. Um ano mais tarde, realizam uma turnê vitoriosa pelos Estados Unidos e registram tudo em filme, livro e disco ("Rattle And Hum", que além das faixas ao vivo, também continha inéditas). Em 91, novos rumos na carreira do grupo; o lançamento do disco "Achtung Baby", com leves toques eletrônicos, e considerado um dos melhores da banda. "One" e "Misterious Way" são os grandes sucessos desse álbum. Dois anos depois, é lançado "Zooropa", gravado nos intervalos da turnê de "Achtung Baby". "Pop", de 96, não consegue sucesso. Na turnê mundial de 98, eles se apresentam no Brasil. Uma coletânea é lançada em 99, abrangendo os anos 80 da banda. Em 2000, retornam ao sucesso com "All That You Can't Leave Behind", e seis anos depois, voltam ao nosso país. Durante os anos 00, ainda lançam
"Who To Dismantle An Atomic Bomb" (04) e "No Line On The Horizon" (09), bem como a coletânea "The Best Of 1990-2000" (02).

quinta-feira, 13 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

E os novos clássicos?

Buenas... Esse ponto de vista sobre álbuns clássicos ficou mais rasteiro depois do advento internet/mp3. A rigor, qualquer bandinha que alguém encontre nos myspaces da vida pode ter feito um disco clássico. É só baixar, gostar, e pimba. Ninguém precisa mais das doutrinas das rádios e revistas, e muito menos da MTV, para guiar o gosto pessoal. É cada um por si. E está mais difícil de se ter um senso comum em relação a novos clássicos justamente por causa disso; porque está tudo "esparramado" pela rede mundial. No entanto, e como sempre, o tempo fará o seu trabalho. Mas creio que o número de discos clássicos, aqueles que a maioria gosta e comenta, irá diminuir de fato (ou teremos vários clássicos apreciados por poucas pessoas, separados em pequenos nichos).

Houve uma ruptura. Neste momento, apreciar música se divide entre antes e depois da internet. E quem não acredita nisso, realmente, parou no tempo (ou tem menos de 25 anos).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Cultura (in)útil - Parte II

Segundo a RIAA (Recording Industry Association of America), os 10 discos mais vendidos nos EUA, desde 1958, foram:

1) Thriller - Michael Jackson - 29 milhões
2) Eagles/Their Greatest Hits 1971 - 1975 - Eagles - 29 milhões
3) The Wall - Pink Floyd - 23 milhões
4) Led Zeppelin IV - Led Zeppelin - 23 milhões
5) Back In Black - AC/DC - 22 milhões
6) Double Live - Garth Brooks - 21 milhões
7) Greatest Hits Volume I & Volume II - Billy Joel - 21 milhões
8) Come On Over - Shania Twain - 20 milhões
9) Rumours - Fleetwood Mac - 19 milhões
10) The Beatles - The Beatles - 19 milhões

Agora, sim, você tem o que conversar com seus amigos. :)

domingo, 2 de maio de 2010

Here comes Alice



Em tempos de "Alice no País das Maravilhas", o novo filme de Tim Burton, um clip "crássico" e "crasse A" inspirado na fábula.

"Don't Come Around Here No More" - Tom Petty And The Heartbreakers

quinta-feira, 29 de abril de 2010

ZZZZZZZZZZZZZZZZZ...

Esse "movimento" emocore tá forte no Brasil, não? O que tem de banda "fenfível" (sic) fazendo "rock sertanejo". Defendi esse pessoal por aqui tempos atrás, porém fica difícil segurar a barra quando a gente percebe que a maioria deles mal deve saber quem foi Kurt Cobain (Ramones não vale, é lugar comum). E essa "evolução" colorida que tá em voga nada mais é do que um revival da new wave, curtição dos pais da moçada.

Por aqui, tá assim. Nos EUA, o pop/r&b/rap domina. Na Inglaterra, nem sei o que tá rolando. Austrália? Alemanha? Nova Zelândia? Kurdiquistão?

O rock não morreu, mas como profissão de fé, como estimulo criativo, como... errr... transgressão, já era.

domingo, 25 de abril de 2010

"Deuses" do metal

Led Zeppelin
Physical Graffiti (1975)

O Led Zeppelin foi um dos alvos prediletos dos punks, devido ao virtuosismo do guitarrista Jimmy Page e ao excesso de extravagância do grupo, permitido pelo sucesso dos seus discos. Em 1975, antes da anarquia tomar conta do UK, eles lançaram este álbum duplo, o sexto da carreira da banda, contendo rocks concisos e poderosos como "Custard Pie" e "Trampled Underfoot", contrastando com músicas de escalas orientais e de guitarras sobrepostas como "Kashimir", "In The Light" e "In My Time Of Dying", esta última cantada de modo debochada pelo histriônico Robert Plant. Page, imbuído em uma autêntica alma rock and roll do it yourself, também assumiu o posto de produtor do disco, conseguindo o seu momento máximo. O interessante em "Physical Graffiti" é que ele se tornou um álbum duplo porque o grupo resolveu lançar, acertadamente, sobras de discos anteriores. Uma senhora "xepa".

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Conteúdo e diversão

"As letras das músicas podem ensinar algo às crianças. Não é apenas diversão. Você não vai conseguir divertir uma pessoa que está com medo ou com fome".
(Bob Marley)

"O rock foi feito para ser engraçado, para dançar, para te refrescar no final do dia. Música não derruba governos, nem inicia revoluções".
(Paul Weller)

E agora, quem está certo?

domingo, 18 de abril de 2010

Revelação

Um dia vestido
De saudade viva
Faz ressuscitar
Casas mal vividas
Camas repartidas
Faz se revelar

Quando a gente tenta
De toda maneira
Dele se guardar
Sentimento ilhado
Morto, amordaçado
Volta a incomodar

Fagner

quinta-feira, 15 de abril de 2010

domingo, 11 de abril de 2010

Adult Alternative Pop/Rock



Ele era vocalista do grupo Lloyd Cole And The Commotions. Após três discos gravados (entre 84 e 87), o lead singer resolveu deixar as suas comoções de lado e saiu em carreira solo, lançando bons trabalhos. Esta música é do seu primeiro álbum, simplesmente intitulado "Lloyd Cole". Um excelente cartão de visitas.

"No Blue Skies" - Lloyd Cole

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cultura (in)útil

O título "The Power Of Love" bateu uma espécie de recorde em 1985, quando três canções diferentes assim batizadas tornaram-se hits praticamente ao mesmo tempo. Os autores da façanha foram: Frankie Goes To Hollywood, Huey Lewis And The News e Jennifer Rush. Esta última, por sinal, foi "agraciada" com uma versão em português, a pavorosa "O Amor E O Poder" (aquela da Rosana).

E isso mudou a sua vida, claro... :)

domingo, 4 de abril de 2010

A invasão do BRock

Ultraje A Rigor
Nós Vamos Invadir Sua Praia (1985)

"O Roger é o Adoniran Barbosa do rock". A feliz frase dita por Lobão define bem a verve satírica que Roger Moreira (letrista e vocalista do Ultraje A Rigor) tem em comum com o sambista contador de "causos", e que sempre serviu como carro-chefe na execução de seus trabalhos.
Lançado em 85, o primeiro disco da banda é um autêntico "O Melhor de", recheado de observações irônicas e de entretenimento sem compromisso. Nada menos do que 9 faixas das 11 tocaram nas rádios; desde super sucessos como "Nós Vamos Invadir Sua Praia", "Ciúme", "Eu Me Amo", "Marylou" e "Inútil" (esta última sugerida como Hino Nacional por Raul Seixas); passando por hits medianos como "Rebelde Sem Causa" e "Mim Quer Tocar"; e chegando em músicas de menor penetração pop como "Zoraide" e "Independente Futebol Clube". O álbum mistura punk, surf music, reggae e rock and roll de tal maneira que não tem como ficar indiferente à avalanche sonora e divertida do grupo. Sem contar o clima em que o disco foi gravado. O próprio Lobão, que participou da faixa-título, saiu dos estúdios com um papel escrito "viado" colado nas costas, ou coisa que o valha. Típico da zoeira juvenil que sempre rondou a banda e que resultou em um dos melhores álbuns de rock já lançados neste país.

Se você gosta de rock nacional, e chegou nesta praia agora, aceite a invasão.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Synth Britannia - Parte II

Depois de ver o documentário, notei dois fatos relevantes:

1) Ficou claro que existiam algumas ramificações enraizadas dentro do próprio gênero. Tinha o pessoal mais experimental (The Normal, Cabaret Voltaire, etc), aqueles que eram experimentais e que migraram para o pop (Human League, Ultravox, etc), a galera mais pop (Depeche Mode, Pet Shop Boys, etc), e ainda os que flertavam com as sonoridades dos anos 60 (Yazoo, com os vocais soul da Alison Moyet, Soft Cell, etc). Esse tipo de comportamento era bem característico daqueles tempos pós-punk.
2) O segundo fato, e mais do mesmo, tem a ver com o menosprezo da imprensa pelo estilo. Os críticos musicais ingleses estavam, obviamente, contaminados pelo punk rock e quando apareceram aqueles moleques com sintetizadores, baterias eletrônicas, e outros badulaques, o cenário virou um autêntico campo de batalha entre os radicais das guitarras e os "tecnólogos" do futuro.

Por último, e porque nada é perfeito, vale mencionar que ficaram faltando nomes importantes como Bronski Beat, A Flock Of Seagulls, ABC, Buggles, etc.

P.S. O vídeo em ordem cronológica com as apresentações na BBC é imperdível.

domingo, 28 de março de 2010

Bonitinha, mas ordinária


Pô, Megan Fox! Com uma camiseta do Mötley Crüe?!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Sacaneando a telinha

O baixista dos Raimundos, Canisso, recentemente andou tocando com sua banda no BBB 10 (dividindo o palco com os Detonautas Roque Clube). Como freqüentamos uma mesma comunidade no Orkut, perguntei para ele qual foi a sensação de se apresentar naquele programa (aparentemente, nada rock and roll). Veja a resposta:

"foi maneiro. o fato de estarem 2 bandas dividindo o espaço nos deu oportunidade de interagir com os confinados, e isso foi o mais legal, tomei uns 5 ice de virada, disputando com a Lia...eu filmei os bastidores e dentro da casa,com o celular,antes de confiscarem...foi legal tocar esporrei na manivela e o puteiro(literalmente)na tv,se panz foi o debut de esporrei na telinha..."

Ê lelê. :)